Mostrando postagens com marcador comunicação e mídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comunicação e mídia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Beautiful

Quarta-série do ensino primário. Tenho minha primeira e única experiência como editora, redatora, revisora e ilustradora de um jornal. Chamava-se Beautiful, era escrito com canetinha hidrocor e xerocado no escritório do meu tio. O nome de salão de beleza de subúrbio era fruto dos conhecimentos recém adquiridos no cursinho de inglês (e da dominação imperialista ianque, claro).

Exemplo de imprensa marrom, Beautiful tinha tirinhas recortadas de revistinhas e publicadas sem autorização, piadas de gosto duvidoso e a esperadíssima sessão de fofocas. Nela, eu revelava, basicamente, quem gostava de quem, causando alvoroço na meninada (aliás, “alvoroço” é um nome ótimo pra revista de fofoca, né?). O jornal durou apenas três edições. A publicação acabou antes que eu perdesse todos os meus amigos ou apanhasse na saída.

Hoje, faço listas de coisas bizarras e dou minha opinião sobre o Sarney e a Juliana Paes em um blog lido por cinco pessoas. Nunca mais escrevi algo que causasse alvoroço.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Dia do Pão de Queijo?


Não foi o Tancredo e muito menos o seu netinho Aécio (ou seria o seu neto Aecinho?). O povo que tanto o ama não opinou e nem mesmo as antigas quituteiras mineiras foram consultadas. Quem determinou que hoje, dia 17 de agosto, é o "Dia do Pão de Queijo" foi a jornalista e apresentadora paulista Ana Maria Braga.

Em terras mineiras, pão de queijo é assunto sério. Não deve ficar sendo tratado em conversa fiada (e com um boneco de papagaio falante no meio). Lembro que, a última vez em que Minas e São Paulo se indispuseram, Getúlio Vargas conquistou o poder (ler no livro de história: República do café-com-leite). Então, Braga, melhor não ficar metendo a colher no tabuleiro alheio.

Em sinal de protesto peço que todos os mineiros não comam pão de queijo hoje. Sei o tamanho sacrifício que é tal pedido, mas lembrem de nossos inconfidentes que enfrentaram a forca e o exílio em nome da liberdade da nossa terra. Ao som de "Ó Minas Gerais, Ó Minas Gerais".

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A Folha merece Lucas? ou Finalmente: a resposta

Liguei para o ombudsman da Folha e Lucas atendeu. Trabalha no departamento. Contei toda a minha saga em busca de uma explicação e ele – rufem os tambores – me deu. No nosso bate-papo de dez minutos, Lucas me brindou com um depoimento tão honesto (e melancólico) que gostaria de reproduzi-lo aqui:

“Minha senhora, sempre que perguntamos isso do Sarney a direção de redação diz que a Folha é pluralista. Dá espaço para diversas opiniões. E olha, creio que ele não vai sair tão cedo. Eles também não costumam responder sobre isso e esse é o assunto que mais gera reclamações e manifestações aqui no departamento. O ombudsman não tem força pra tirar ninguém do jornal (suspiro)”.

É isso: eles dão uma desculpa fuleira e, apesar de ser o tema que mais incomoda os leitores, não querem nem saber.

Queria ver Lucas na propaganda da Folha que diz “a verdade acima de tudo”. Queria ver Lucas na diretoria de redação do jornal. Sarney, certamente e finalmente, estaria fora da Folha.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Fora da Folha Sarney II: a missão


No dia 17 de julho, a Folha de S.Paulo trazia mais um texto de José Sarney: “guerra virtual”. O senador não estava se referindo à guerra travada contra ele nos blogs e twitters. Era mais um texto bege. Enquanto isso, eu esperava ansiosa pela resposta dos editores do jornal. Recapitulando:

Dia 03 de julho: encaminho um e-mail para o ombudsman do jornal querendo saber por que o Sarney é colunista e se essa situação irá se manter;

Dia 06 de julho: Elaine de Almeida, do controle de qualidade de serviços, me manda um e-mail dizendo que minha mensagem deve ser enviada a Editoriais;

Dia 10 de julho: mando o e-mail para editoriais@uol.com.br;

Hoje, dia 21 de julho: sem respostas, entro em contato com o Serviço de Atendimento ao Assinante. Pergunto pela minha resposta. “Qual era a pergunta?”. “Se o Sarney vai continuar escrevendo pro jornal e por qual motivo”. “Um momentinho”. Aí a atendente me avisa que eu tenho que entrar em contato com o ombudsman!! Anoto novo telefone: 08000-159-000. Ligarei amanhã.

A quem possa interessar, o e-mail que foi para os editores.

Prezados editores da Folha de S.Paulo,

Há alguns dias, entrei em contato com Ombusdman do jornal e me foi informado que meu e-mail deveria ser direcionado a vocês. Não compreendi o motivo. De qualquer forma, escrevo com esperanças de obter uma resposta transparente e corajosa.

A presença do Sarney como colunista da Folha é um ultraje e depõe contra a integridade do jornal, como já havia alertado Alberto Dines em texto publicado, em abril deste ano, no Observatório da Imprensa. Em face dos novos acontecimentos, essa situação é insustentável e bizarra. De um lado, o jornal se posiciona contra o senador por meio de seus editoriais. Na página seguinte, o mesmo senhor, antes atacado, tem um espaço para escrever o que bem entende.

A Folha não responde pela opinião do Sarney expressada de forma velada em seus textos. Ela não pode, no entanto, se eximir do fato de que concede espaço para que ele se expresse. Espaço, aliás, nobre.

A situação torna-se ainda pior diante do fato de que Sarney é um escritor medíocre, com textos totalmente dispensáveis.

Bom, peço que me respondam se essa situação irá se perpetuar e por qual motivo. Aproveito para copiar alguns amigos também interessados. Podem mandar a resposta com cópia para todos.

Atenciosamente,

Júlia Moysés
(leitora, assinante, jornalista e brasileira)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Fora da Folha Sarney!

Que o Sarney é um cretino, todo mundo, menos o Maranhão, sabe. Mas, além de cretino, o Sarney também é tão bom escritor quanto o Faustão é bom em brincar de vaca amarela (aquela que não pode falar). Mesmo assim, o cara é um highlander da Academia Brasileira de Letras e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Será que não tinha alguém mais qualificado interessado em escrever no maior jornal do país? Será que o Sarney já não tem veículos de comunicação suficientes para se expressar? Lanço aqui a campanha: Fora da Folha Sarney! Ou seria melhor: “Cancelem suas assinaturas”?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Rapidinhas do Diploma

- O Fantástico trouxe ontem uma matéria sobre a venda de diplomas. Logo pensei em uma placa para o negócio: "Diploma de jornalista em promoção. Queima total. É pra acabar com o estoque". Ou então: "Compre um diploma de Relações Públicas e leve um de jornalista totalmente gratuito". Sim, RP ainda é uma profissão regulamentada;

- Contribuição do Fernando: sabe qual é a melô do diploma de jornalista? "Você não vale nada, mas eu gosto de você..."

- Gilmar não me decepcionou ao acabar com o diploma, mas deslizou na justificativa. Ele disse "profissão que não afeta a vida das pessoas". Seria melhor ter dito "porque eu quero, pronto acabou, bjo me liga". Vai dizer isso pra galera da
Escola Base pra ele ver. Joaquim vai parecer uma flor de pessoa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Até tu Carla?


A crise não é tão forte, a gripe não é tão mortífera e Carla Bruni não é tão perfeita. São as três grandes revelações dos últimos dias. Crise e gripe, ainda bem (apesar de que reviravoltas não estão descartadas), mas Carla me decepcionou profundamente.

Prestes a se tornar adjetivo (“nossa, você está tão Carla Bruni hoje”), a primeira dama da França resolveu mexer os pauzinhos (as perninhas, os olhinhos...) para a aprovação de uma lei estapafúrdia. Ignorando que vivemos na era wireless, os franceses podem ter a conexão de internet cortada por até um ano se forem pegos fazendo download não pago.

Com a desculpa da proteção aos artistas, o que se pretende é salvar uma indústria que parece querer travar a roda da história ao invés de encontrar soluções para acompanhá-la.

Carlinha, vai por mim: disponibiliza seus álbuns na internet e dê o exemplo.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Um dia de fúria


Não sou a favor de acusações sem provas. Não sou a favor de destemperos e desrespeitos. Mas eu adorei a reação de Barbosa (Barbousa!) diante de Mendes. Foi tão possível, tão humano, tão “um dia de fúria”. Concordo que é errado e deve ser evitado – yôga, meditação, caminhada e se nada der jeito, um bom lexotan – mas quem nunca teve vontade de mandar pra PQP (substituir aqui por: tonga da mironga. Para os que são da família: sambar em Madureira) o chefe, o cliente ou qualquer outra pessoa hierarquicamente superior que atire a primeira pedra.

A incompetência disfarçada pelo cargo, o autoritarismo gratuito, a falta de reconhecimento da dedicação, o pagar pouco e ganhar muito ou a simples cara antipática que você tem que ver todos os dias. Muita gente já teve algum motivo para detestar quem estava um (ou mais) degraus acima. Qual será o do Barbosa (Barbousa!)?

Obs.: é lógico que reconheço a existência de chefes competentes, adoráveis, generosos e compreensivos, mas para cada post um assunto.

Obs.: a Veja afirmou que em 200 anos de STF nunca ocorreu um incidente como esse. Trata-se de uma especulação da revista, pois é impossível saber. Há 200 anos, as sessões do tribunal não eram televisionadas.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Revistas de Beagá

De uns tempos para cá proliferam em Belo Horizonte umas revisas destinadas a retratar a vida da high belohorizontina: cerca de 67 pessoas e 5 poodles que freqüentam 8 diferentes lugares (peço aos leitores cosmopolitas que nos respeitem e parem de rir).

Eu não as peço e não as compro, mas elas aparecem por milagre na caixa de correio da minha casa. Aos montes. Já mandei trocar a caixa achando que era defeito, mas de nada adiantou.
A última trazia uma coluna chamada “Giro” (seria um “giro pela high” ou “girando a high”?).

As notas são brilhantes:

“A economista Fulana de Tal nos surpreende. Acaba de se graduar em Administração”

Eu também costumo ficar chocada quando algumas pessoas se formam. Mas se eu fosse essa Fulana de Tal, chamava um amigo que impressionou a todos quando se formou em direito e processava o colunista.

A partir daí a coluna dá a notícia dos partos e, subitamente, nos tira da realidade do dia-a-dia belohorizontino e nos faz sentir em uma verdadeira corte inglesa da Era Vitoriana.

“Mais um bem nascido no pedaço”

“Aquele Outro e Aquela Outra já escolheram o nome de sua primeira herdeira”.

Bem nascido e herdeira não é muito agro-aristocrático? Bem-vindos a Pequenópolis.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"Bate Pri" perde para Maximiliano


A cachorra não ganhou. Já ganhou gay, gay enrustido, pobrinho, falso pobrinho, garanhão, mas cachorra ainda é demais para o “Brasil”, essa entidade que ainda não digere bem mulher que rebola até o chão ficar milionária (a não ser que ela fique milionária rebolando até o chão, sacou?).

E minha avassaladora decepção com a final do BBB (que eu já assumi que assisto desde o segundo post) me fez mudar de lado. Se antes eu defendia o entretenimento voyer, hoje, eu acho uma inutilidade sem sentido. O que existe de tão interessante em ver a vida alheia? Em outros realities shows, como o Supernanny você ainda aprende techniques fajutas e fica se sentindo mais capaz de criar uma criança do que a vizinha que teve cinco filhos e ainda cuidou do sobrinho. Mas e o BBB? Em nove edições eu só aprendi duas coisas: o “Brasil” pensa diferente de mim e sabão em pó mata formigas.

A curiosidade pela vida alheia é o que nos faz colocar a cara pra fora da janela tentando ver o vizinho gritando com o filho. O que pode ser mais ridículo do que isso? Em casos extremos, pode até descambar para crime. Com tanto conteúdo pornográfico disponível na rede, o que levou aqueles caras a colocarem uma câmara escondida no banheiro do um navio? E em banheiro público de metrô também tem gente, como diz o jornalista/apresentador, querendo dar uma espiadinha. Fica aqui a dica: espiar tem limites até para o Boninho. E, por falar em rede, quer um lugar mais impulsionado pelo voyerismo do que a internet?

Bom, vou desde já trabalhar para expurgar essa perversão de dentro de mim e aconselho vocês a fazerem o mesmo. Pelo menos até o BBB 10.

Gente, tô indignada com o Maximiliano achando que o “Brasil” ama ele.

domingo, 8 de março de 2009

Denunciar Abuso


Os posts abaixo “Por que o susto?” e “Ver pra que?” que, não por coincidência, são questionamentos, me colocaram na mira de um direitista fanático no orkut, o “Sacerdote Anasta Castello Branco”. O perfil é falso (fake na linguagem usada na rede), mas surpreendente. Vale à pena ler o “quem sou eu”, onde ele diz que é um servo do Senhor, admirador do Dops, ataca mulheres e homossexuais e finaliza com “mas esses filhos bastardos não nos vencerão. O senhor está zelando por nós” (rolei no chão). No álbum, fotos da Ku Klux Klan. Vários outros perfis falsos, que não sei se também são gerenciados por ele ou por outros fanáticos, lhe chamam de mestre (alguém chama o master Yoda para nos salvar?)

A tática é intimidar por meio de xingamentos e ameaças de criação de um perfil falso com meu nome e foto. Até o momento, fui xingada de puta e vadia (bocejo, como diz o pessoal do te dou um dado). Nenhum perfil falso por enquanto mas, por via das dúvidas, consultei um amigo da polícia civil que se especializou em crimes pela internet.

Momento serviço de utilidade pública:

Caso seja criado um perfil falso com o seu nome ou foto, ou algum perfil resolva te “atacar” por meio de scraps ou comunidades, será configurado, assim como no mundo real, crime de calúnia, difamação e injúria. O primeiro passo é ir ao “denunciar abuso” do orkut e contar o que ocorreu, ou mandar uma notificação por escrito para os escritórios da Google em São Paulo ou Belo Horizonte. Na seqüência, procure uma Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática e faça uma queixa. Você pode também entrar com uma ação na justiça ou ir até o Ministério Público. O Orkut será obrigado a retirar o conteúdo e o cretino, mesmo com o perfil falso, ainda poderá ser encontrado por meio do IP. Não esqueça de juntar as evidências (tratei de dar um print nas páginas antes de apagar os recados).

Darth Vader(s) à parte, o incidente me mostrou o “lado negro” da rede de relacionamentos, onde os crimes vão desde o ataque à honra até racismo, pedofilia e venda de drogas. Pessoas (será?) que se escondem atrás de pseudônimos ridículos para praticarem crimes (sendo que o pior deles é ser patético), infelizmente, estão em toda parte, no mundo real e virtual. O que me pergunto é até onde vai a responsabilidade da própria Google. Pode uma empresa instrumentalizar marginais e lavar as mãos? Limitar-se a aceitar as liminares judiciais é o suficiente?

Considero inaceitável a alegação de que é impossível controlar o conteúdo postado. O Orkut tem cerca de 13 milhões de usuários e nem todos totalmente ativos. Se fosse contratado um moderador para cada 5 mil usuários (creio que seja o suficiente) seriam necessários 2 mil e 600 moderadores. Se cada moderador ganhasse mil reais seriam 2 milhões e 600 mil reais por mês e 31 milhões e 200 mil reais por ano gastos com o controle do conteúdo postado. Portanto, jeito tem. Não tem é interesse.

Até agora, a denúncia que fiz ao Orkut não resultou no cancelamento do perfil. O conteúdo racista, homofóbico e machista de Sacerdote Anasta Castello Branco permanece no ar.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Ao mestre, com carinho


Recebo o convite de formatura de um rapaz que já foi meu estagiário. Dentre os agradecimentos aos familiares e amigos de faculdade, encontro meu nome, ao lado de outras pessoas para quem ele trabalhou. “.... mestres e referência, para a vida inteira”. Engasgo emocionada. Ligo e agradeço, mas nem consigo me lembrar direito da rápida conversa ao telefone. Leio e releio o trecho, em um misto de vaidade, surpresa e vergonha. Sim, vergonha. Não consigo encontrar em minha memória um único momento que seja – uma dica, uma conversa, a correção de um trabalho – que demonstre a minha contribuição na transformação do ex-estagiário em profissional.

Diferente de mim quando comecei. Consigo sentir o cheiro e lembrar dos sons do meu primeiro dia de estágio, de tão ávida que é a memória em minha mente. O jornalista Acyr Benfica era o meu chefe e a nossa missão era cuidar da comunicação de um importante colégio. Acyr já tinha muitos anos de profissão e trabalhado de televisão a campanha política. Eu estava no terceiro período de faculdade e ainda não tinha entrado nas matérias específicas de jornalismo. Ele me informou que teríamos um evento, me passou as informações e solicitou um release. Eu sorri e disse que tudo bem. Estava ali, no primeiro dia de trabalho do primeiro estágio que tive na minha área e não sabia o que era release. Recorri à internet e descobri que release vinha de press release, ou seja, um texto para informar a imprensa de algum fato. Esclarecido o significado vinha o segundo passo: como escrever um release? Havia escrito somente cartas, contos e poesias e o que tinha aprendido na faculdade até então seria muito mais útil para um artigo sociológico. Fui no modelo de redação escolar mesmo: um parágrafo de introdução, dois de desenvolvimento e um de conclusão.

Pela cara do Acyr quando eu entreguei o trabalho, logo percebi que o resultado tinha sido um desastre. Ele sentou ao meu lado e disse “vamos refazer juntos?”. Ele refez. A cada corte ou substituição de palavras, uma explicação. Aprendi ali como fazer um release (algo que nunca me foi ensinado nos quatro anos de curso universitário). A grande lição que tive, no entanto, foi sobre o que é ser generoso com o conhecimento e ter paciência com quem ainda não sabe. Depois disso, trabalhei com vários outros excelentes profissionais, mas o Acyr, com certeza, é um “mestre e referência, para toda a vida”.

A propósito, o ex-estagiário mencionado me impressionou com a qualidade do primeiro release que escreveu, logo em seus primeiros dias de trabalho.

André: felicidades na formatura e em sua trajetória profissional.