1 - Subornar o guardinha pra não levar multa e não me achar corrupta por isso;
2 - Não saber nem o nome das pessoas que receberem meu voto nas últimas eleições;
3 - Pular as páginas de política do jornal indo direto pra horóscopo e resumo das novelas;
4 - Na hora do horário eleitoral assistir aos episódios repetidos de Supernanny;
5 - Achar e dizer que político é tudo igual e que o melhor mesmo seria fechar o congresso e o senado;
6 - Trocar meu voto por cesta-básica (será que dá pra negociar convites para shows?).
Mostrando postagens com marcador Fora Sarney. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fora Sarney. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
6 coisas que me sinto à vontade pra fazer depois que o Sarney foi inocentado
quarta-feira, 22 de julho de 2009
A Folha merece Lucas? ou Finalmente: a resposta
Liguei para o ombudsman da Folha e Lucas atendeu. Trabalha no departamento. Contei toda a minha saga em busca de uma explicação e ele – rufem os tambores – me deu. No nosso bate-papo de dez minutos, Lucas me brindou com um depoimento tão honesto (e melancólico) que gostaria de reproduzi-lo aqui:
“Minha senhora, sempre que perguntamos isso do Sarney a direção de redação diz que a Folha é pluralista. Dá espaço para diversas opiniões. E olha, creio que ele não vai sair tão cedo. Eles também não costumam responder sobre isso e esse é o assunto que mais gera reclamações e manifestações aqui no departamento. O ombudsman não tem força pra tirar ninguém do jornal (suspiro)”.
É isso: eles dão uma desculpa fuleira e, apesar de ser o tema que mais incomoda os leitores, não querem nem saber.
Queria ver Lucas na propaganda da Folha que diz “a verdade acima de tudo”. Queria ver Lucas na diretoria de redação do jornal. Sarney, certamente e finalmente, estaria fora da Folha.
“Minha senhora, sempre que perguntamos isso do Sarney a direção de redação diz que a Folha é pluralista. Dá espaço para diversas opiniões. E olha, creio que ele não vai sair tão cedo. Eles também não costumam responder sobre isso e esse é o assunto que mais gera reclamações e manifestações aqui no departamento. O ombudsman não tem força pra tirar ninguém do jornal (suspiro)”.
É isso: eles dão uma desculpa fuleira e, apesar de ser o tema que mais incomoda os leitores, não querem nem saber.
Queria ver Lucas na propaganda da Folha que diz “a verdade acima de tudo”. Queria ver Lucas na diretoria de redação do jornal. Sarney, certamente e finalmente, estaria fora da Folha.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Fora da Folha Sarney II: a missão

No dia 17 de julho, a Folha de S.Paulo trazia mais um texto de José Sarney: “guerra virtual”. O senador não estava se referindo à guerra travada contra ele nos blogs e twitters. Era mais um texto bege. Enquanto isso, eu esperava ansiosa pela resposta dos editores do jornal. Recapitulando:
Dia 03 de julho: encaminho um e-mail para o ombudsman do jornal querendo saber por que o Sarney é colunista e se essa situação irá se manter;
Dia 06 de julho: Elaine de Almeida, do controle de qualidade de serviços, me manda um e-mail dizendo que minha mensagem deve ser enviada a Editoriais;
Dia 03 de julho: encaminho um e-mail para o ombudsman do jornal querendo saber por que o Sarney é colunista e se essa situação irá se manter;
Dia 06 de julho: Elaine de Almeida, do controle de qualidade de serviços, me manda um e-mail dizendo que minha mensagem deve ser enviada a Editoriais;
Dia 10 de julho: mando o e-mail para editoriais@uol.com.br;
Hoje, dia 21 de julho: sem respostas, entro em contato com o Serviço de Atendimento ao Assinante. Pergunto pela minha resposta. “Qual era a pergunta?”. “Se o Sarney vai continuar escrevendo pro jornal e por qual motivo”. “Um momentinho”. Aí a atendente me avisa que eu tenho que entrar em contato com o ombudsman!! Anoto novo telefone: 08000-159-000. Ligarei amanhã.
A quem possa interessar, o e-mail que foi para os editores.
Prezados editores da Folha de S.Paulo,
Há alguns dias, entrei em contato com Ombusdman do jornal e me foi informado que meu e-mail deveria ser direcionado a vocês. Não compreendi o motivo. De qualquer forma, escrevo com esperanças de obter uma resposta transparente e corajosa.
A presença do Sarney como colunista da Folha é um ultraje e depõe contra a integridade do jornal, como já havia alertado Alberto Dines em texto publicado, em abril deste ano, no Observatório da Imprensa. Em face dos novos acontecimentos, essa situação é insustentável e bizarra. De um lado, o jornal se posiciona contra o senador por meio de seus editoriais. Na página seguinte, o mesmo senhor, antes atacado, tem um espaço para escrever o que bem entende.
A Folha não responde pela opinião do Sarney expressada de forma velada em seus textos. Ela não pode, no entanto, se eximir do fato de que concede espaço para que ele se expresse. Espaço, aliás, nobre.
A situação torna-se ainda pior diante do fato de que Sarney é um escritor medíocre, com textos totalmente dispensáveis.
Bom, peço que me respondam se essa situação irá se perpetuar e por qual motivo. Aproveito para copiar alguns amigos também interessados. Podem mandar a resposta com cópia para todos.
Atenciosamente,
Júlia Moysés
(leitora, assinante, jornalista e brasileira)
Hoje, dia 21 de julho: sem respostas, entro em contato com o Serviço de Atendimento ao Assinante. Pergunto pela minha resposta. “Qual era a pergunta?”. “Se o Sarney vai continuar escrevendo pro jornal e por qual motivo”. “Um momentinho”. Aí a atendente me avisa que eu tenho que entrar em contato com o ombudsman!! Anoto novo telefone: 08000-159-000. Ligarei amanhã.
A quem possa interessar, o e-mail que foi para os editores.
Prezados editores da Folha de S.Paulo,
Há alguns dias, entrei em contato com Ombusdman do jornal e me foi informado que meu e-mail deveria ser direcionado a vocês. Não compreendi o motivo. De qualquer forma, escrevo com esperanças de obter uma resposta transparente e corajosa.
A presença do Sarney como colunista da Folha é um ultraje e depõe contra a integridade do jornal, como já havia alertado Alberto Dines em texto publicado, em abril deste ano, no Observatório da Imprensa. Em face dos novos acontecimentos, essa situação é insustentável e bizarra. De um lado, o jornal se posiciona contra o senador por meio de seus editoriais. Na página seguinte, o mesmo senhor, antes atacado, tem um espaço para escrever o que bem entende.
A Folha não responde pela opinião do Sarney expressada de forma velada em seus textos. Ela não pode, no entanto, se eximir do fato de que concede espaço para que ele se expresse. Espaço, aliás, nobre.
A situação torna-se ainda pior diante do fato de que Sarney é um escritor medíocre, com textos totalmente dispensáveis.
Bom, peço que me respondam se essa situação irá se perpetuar e por qual motivo. Aproveito para copiar alguns amigos também interessados. Podem mandar a resposta com cópia para todos.
Atenciosamente,
Júlia Moysés
(leitora, assinante, jornalista e brasileira)
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Fora da Folha Sarney!
Que o Sarney é um cretino, todo mundo, menos o Maranhão, sabe. Mas, além de cretino, o Sarney também é tão bom escritor quanto o Faustão é bom em brincar de vaca amarela (aquela que não pode falar). Mesmo assim, o cara é um highlander da Academia Brasileira de Letras e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Será que não tinha alguém mais qualificado interessado em escrever no maior jornal do país? Será que o Sarney já não tem veículos de comunicação suficientes para se expressar? Lanço aqui a campanha: Fora da Folha Sarney! Ou seria melhor: “Cancelem suas assinaturas”?
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Fora Sarney!
Tenho tanto nojinho do Sarney que não queria falar sobre ele, mas não tem jeito. Estou muito ansiosa pelo sai-não-sai e torcendo para que ele – carregando tudo o que representa de pior na política brasileira – seja enxotado. Nesse caso, sou a favor de “chutar cachorro morto”. Mas, até agora, quem foi chutado foi o Danilo Gentili, repórter do CQC. Pra quem não viu:
Para quem também está indignado: www.forasarney.com
Para quem também está indignado: www.forasarney.com
Assinar:
Postagens (Atom)