sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Geisy e Suplicy

Tudo já foi dito a respeito de Geisy Arruda – minha heroína de rosa. Está na hora de começar a falar de Eduardo Suplicy (por favor, não comecem a dormir). Foi bonitinho aquela história de cantar e eu até gostava muito do cara, mas já deu. Ícone máximo dos frouxos do país, Suplicy, primeiro, mostrou cartão vermelho para Sarney, mas nada falou sobre Lula. Não bastasse isso, ele se ofereceu (sim, ligou se ofertando) para dar palestra aos estudantes da Uniban sobre “cidadania e reflexão”. Ele disse: "A ideia é mostrar que a partir desse episódio podemos discutir a necessidade da tolerância e do respeito entre as pessoas. Quero dialogar com os estudantes e fazer uma reflexão sobre a desordem que aconteceu lá".

Dudu, acompanhe a análise dos fatos: o que aconteceu na Uniban não foi desordem e falta de respeito, mas uma série de crimes previstos no Código Penal Brasileiro. Por isso, essas pessoas não devem ser chamadas à reflexão, mas julgadas e condenadas por seus atos, certo? Cartão vermelho, Senador.